Eu decaí, eu persisti
tentei por todos os meios ser forte.
Lutei contra o tempo,
chorei em silêncio
gritei seu nome ao vento.
Sou filho da gota
fui templo de miséria
meu pai, um perdído
minha mãe, a megera.
Cresci vendo prantos,
dormi em meio à mata
chorei gotas sangüíneas
sou o pecado, sou a traça.
Eu ouvi um grito de desespero,
vi a lenta corrupção,
vi o olhar do corruptor,
vi uma vida na destruição
eu vi o assassinato do amor.
Tentei, venci, a vitória conquistei
porém um dia faleci.
Hoje estou em sua lembrança
eu sou sua alma oculta
e serei sua esperança.
DE MELINA PARA B Ivam Evaldo Kussler - Ivam Evaldo Kussler
SOBRE CHARLES DARWIN - POS DE MELINA PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER
Charles Darwin conhecido como o pai da evolução, foi um naturalista inglês que através de sua teoria sobre a evolução mudou o pensamento de vários campos ligados à Biologia e Antropologia, sendo o primeiro a desenvolver e publicar uma teoria científica de Seleção Natural, desenvolvendo-a através de uma teoria testável.
Charles Darwin
Mas como esse pesquisador revolucionário chegou a essa teoria? É o que você descobrirá agora. Charles Robert Darwin nasceu em 12 de fevereiro de 1809 em Shrewsbury, na Inglaterra. Filho do médico Robert Darwin e de Susannah Darwin, Charles pertencia à notável e rica família Darwin por parte de seu pai e Wedgwood por parte de sua mãe, as quais eram ligadas à elite intelectual da época.Quando tinha apenas 8 anos, a mãe de Darwin faleceu. Em 1818, um ano após a morte da mãe, ele foi enviado à escola da cidade, onde não se interessava pelas matérias e sim em colecionar minerais, insetos, ovos de pássaros, pela caça, cães e ratos.
No ano de 1825, durante as férias de verão, Darwin ajudou seu pai como médico aprendiz no tratamento dos pobres, se interessando pela profissão ele foi estudar medicina na Universidade de Edimburgo. No entanto ele desistiu da idéia ao ver a forma como eram feitas as cirurgias, o que lhe causou grande aversão. Então ele deixou de lado a medicina e aprendeu taxidermia com um ex-escravo negro, chamado John Edmonstone, quem lhe contava muitas histórias sobre as florestas tropicais da América do Sul que fascinavam o jovem estudante.
Charles Darwin Jovem.
Se identificando com o estudo da vida, em seu segundo ano, Darwin se tornou um participante ativo de sociedades estudantis para naturalistas. Nesse meio tempo ele foi pupilo de Robert Edmund Grant, um dos primeiros a desenvolver as teorias de Lamarck e do avô de Darwin, Erasmus Darwin, sobre a evolução e características adquiridas. Se unindo ás investigações de Grant, sobre o ciclo de vida dos animais marinhos, Darwin formulou a teoria de que todos os animais possuem órgãos similares, diferindo apenas em sua complexidade.
Darwin também fez o curso de história natural de Robert Jameson, onde aprendeu sobre geologia estratigráfica e estudou a classificação das plantas, ajudando nos trabalhos com as grandes coleções do museu da universidade. No entanto o pai de Darwin ficou muito decepcionado pela falta de interesse do filho pela medicina, e em 1827 decidiu matriculá-lo em um curso de Bacharelado em Artes na Universidade de Cambridge para que ele se tornasse um clérigo, pois estava preocupado com o futuro do filho e nessa época os clérigos tinham uma boa renda.
Dessa forma poderia viver confortavelmente e muitos deles eram naturalistas, então ele pensava que seria o caminho ideal para Darwin. Mas o jovem naturalista não era muito ligado aos estudos e preferia cavalgar e atirar a ficar estudando. E também gostava muito de coletar besouros juntamente de seu primo Willian Darwin Fox, que o apresentou ao reverendo John Stevens Henslow, professor de botânica e especialista em besouros.
O jovem naturalista logo ingressou no curso de história natural de Henslow e se tornou um de seus alunos favoritos. Darwin também acabou se interessando por teologia e mesmo sem estudar tanto para as outras matérias se saiu muito bem, tanto que em 1831 em suas provas finais ficou em décimo colocado entre 178 aprovados. Em meio a seus estudos Darwin fez algumas viagens para explorar diferentes lugares, entre elas a mais importante foi a que fez como acompanhante de Robert FitzRoy, capitão do barco inglês HMS Beagle, o objetivo da expedição era mapear a costa da América do Sul e deveria durar dois anos, mas na verdade acabou durando quase cinco anos.
As descobertas que Darwin fez nessa viagem contribuiu e muito para sua carreira como naturalista dando base para sua teoria. Durante a viagem, Darwin estudou uma grande variedade de características geológicas, fósseis, organismos vivos e conheceu muitas pessoas, entre nativos e colonos. Ele também coletou um grande número de espécimes, entre elas, muitas que a ciência ainda não conhecia. Através de suas anotações detalhadas Darwin mostrava seu talento para teorização, dando base para seus trabalhos posteriores.
O pesquisador também relatava sobre os povos que conheceu, com suas visões sociais, políticas e antropológicas. Mas com todas as descobertas que fez durante a viagem, nenhuma o deixou mais intrigado e curioso do que quando pararam nas ilhas Galápagos, onde descobriu cotovias que diferiam de uma ilha para outra, além de outros animais que somente existiam nessas ilhas. Na primeira edição de seu livro A Viagem do Beagle, Darwin explicou a distribuição das espécies de acordo com a teoria de Charles Lyell de “centros de criação”. Já em edições posteriores ele já dava indicações de que via a fauna encontrada nas Ilhas Galápagos como evidência para a evolução.
Durante sua viagem, na Inglaterra Henslow dedicou-se a espalhar cuidadosamente a reputação de seu querido aluno, fornecendo a vários naturalistas os espécimes e cópias impressas das descrições geológicas que Darwin fazia. Assim quando retornou de sua viagem em 2 de outubro de 1836, Darwin já era famoso entre os cientistas.
O pai de Darwin também ajudou-o para que ele seguisse sua carreira tranquilamente, através de vários investimentos, dando condições para que Darwin tivesse uma carreira científica auto-financiada. Através das plantas e fósseis que havia coletado durante a viagem do Beagle, Darwin surpreendeu vários especialistas e publicou artigos sobre o assunto, se tornando ainda mais popular.
Em 1839 ele se casou com sua prima Emma Wedgwood com quem teve dez filhos, entre eles três tiveram morte prematura. Durante sua vida, Darwin se dedicou inteiramente em desenvolver sua teoria da evolução, da qual ele estava convencido da ocorrência há muito tempo, estando consciente de que a idéia de transmutação das espécies era mal vista pela sociedade, indo contra as leis de Deus, podendo significar sua ruína. Mas mesmo assim ele continuava seus minuciosos experimentos.
Em contrapartida, a saúde de Darwin também estava comprometida, devido às doenças que ele havia contraído durante a viagem do Beagle, como a Doença de Chagas, o que atrapalhava o desenvolvimento de seus trabalhos. A teoria de Darwin já se encontrava bem avançada, mas ele temia publicá-la, sendo que suas idéias sobre a evolução poderiam ser controversas.
Mas um fato fez com que Darwin agilizasse a publicação de sua teoria, pois em 1856, Lyell leu um artigo sobre a introdução de espécies escrito por um naturalista, chamado Alfred Russel Wallace, e seu artigo era muito similar à teoria de Darwin. Então Lyell pressionou o naturalista para que publicasse o quanto antes sua teoria, assim poderia provar que a desenvolveu antes de Wallace.
Mas ao invés de lançar o livro na frente de Wallace ele propôs uma apresentação conjunta de seus artigos, já que suas teorias se completavam. Porém seu livro, somente foi publicado 3 anos depois em 22 de novembro de 1859, intitulado A Origem das Espécies , o qual causou grande polêmica entre a sociedade, especialmente nos meios religiosos, pois ia contra os ensinamentos que giravam ao redor do criacionismo. A teoria de Darwin dizia que as espécies evoluiriam através de sucessivas gerações, prevalecendo o mais forte.
Mas essa teoria com o tempo não se sustentou, pois hoje, através de pesquisas e estudos feitos por outros cientistas sabemos que nem sempre a evolução acontece dessa forma. Através da publicação de sua teoria, Darwin foi premiado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres. Darwin morreu em 1882, devido a um ataque cardíaco.
salve a mata atlantica - melina - IVAM EVALDO KUSSLER - IVAN EVALDO KUSSLER - o meio ambiente é nosso lar
Mata Atlântica
Este bioma ocupa uma área de 1.110.182 Km², corresponde 13,04% do território nacional e que é constituída principalmente por mata ao longo da costa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. A Mata Atlântica passa pelos territórios dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, e parte do território do estado de Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe. A Mata Atlântica apresenta uma variedade de formações, engloba um diversificado conjunto de ecossistemas florestais com estrutura e composições florísticas bastante diferenciadas, acompanhando as características climáticas da região onde ocorre.
Cerca de 70% da população brasileira vive no território da Mata Atlântica, as nascentes e mananciais abastecem as cidades, esse é um dos fatores que tem contribuído com os problemas de crise hídrica, associados à escassez, ao desperdício, à má utilização da água, ao desmatamento e à poluição.
A biodiversidade da Mata Atlântica é semelhante à da Amazônia. Os animais mais conhecidos da Mata Atlântica são: Mico-Leão-Dourado, onça-pintada, bicho-preguiça e capivara.
cidadão antigo lembrado por MELINA para IVAN EVALDO KUSSLER ou IVAM EVALDO KUSSLER
cidadão antigo lembrado por MELINA para IVAN EVALDO KUSSLER ou IVAM EVALDO KUSSLER, era medico
RUDY WALTER KUSSLER – Santa Cruz do Sul
Médico,
cidadão jaguarense (título concedido pela Câmara Municipal, pelos
relevantes serviços prestados à comunidade. Casado com a jaguarense Ary
Vaz Kussler. Enterrado no cemitério das Irmandades. Faleceu com 64 anos.
texto de Fabricio Capinejar para o sr Ivan Evaldo Kussler Ivam Evaldo kussler
MULHERES DE HOJE
Arte de Roy Lichtenstein
As mulheres não telefonam no dia seguinte.
As mulheres somente querem sexo.
As mulheres pedem para pular a preliminar.
As mulheres dormem logo depois da transa.
As mulheres só almejam a ascensão profissional.
As mulheres preferem loiros burros.
As mulheres abandonam seus parceiros de repente.
As mulheres não desejam ter filhos, nada que atrapalhe sua carreira.
As mulheres acreditam que suas mães e suas avós eram umas coitadas.
As mulheres não permitem que ninguém dirija seu carro.
As mulheres confiam que felicidade é se manter ocupada: sair do trabalho para a festa, da festa para o trabalho.
As mulheres recusam homens românticos, carentes e dedicados.
As mulheres se enxergam envergonhadas diante de demonstrações exageradas de amor, como flores e chocolate.
As mulheres amam mentir e narrar indiscrições sexuais às amigas.
As mulheres gostam de filmes de ação para não pensar muito.
As mulheres largaram aulas de dança para lutar boxe tailandês e Krav Magá.
As mulheres consideram o ciúme um sentimento inferior.
As mulheres abominam a ideia de partilhar a mesma residência. Cada um precisa ter seu endereço, para facilitar separações.
As mulheres odeiam cozinhar, passar roupa ou arrumar a casa, qualquer
serviço menor, que não traga rendimentos. E, de modo nenhum, descem com o
lixo.
As mulheres já estão enfrentando ratos e matando baratas.
As mulheres apenas aceitam discutir o relacionamento com o terapeuta.
As mulheres fazem escândalo quando o homem se oferece para pagar a conta, é sinal de submissão.
As mulheres não se importam com a vida afetiva dos outros por absoluta
falta de tempo, entretidas demais em resolver seus problemas.
As mulheres não estão dispostas a negociar, é tudo ou nada.
As mulheres não prestam mais atenção em detalhes, como gola desajeitada
da camisa ou fio estourado da roupa, dedicam-se aos grandes assuntos
emergentes.
As mulheres não se arrependem, não voltam atrás, não sofrem com dúvidas –
o ideal é olhar sempre para a frente. A incerteza é para os fracos.
As mulheres não escutam o que a sua companhia fala e repetem as últimas palavras para fingir que ouviram.
As mulheres sentem repulsa de conversar sobre gêneros.
Não é evolução imitar o pior do homem.
Nós é que deveríamos nos igualar a vocês. Nós é que estávamos atrasados em sensibilidade.
Esta igualdade é decadência.
Publicado no jornal Zero Hora Coluna semanal, p. 2, 25/09/2012 Porto Alegre (RS), Edição N° 17203